Ed. Física
Ed. Física, 12.12.2020 15:50, tokioruiva

Represente o número 3/5 na forma pecentual​

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Ed. Física, 15.08.2019 04:24, crislane1071
Alguém poderia me ajuda com isso? "em que o esporte mudou para melhor de uma pessoa" e para cria um texto em 1° ou 3° pessoa pfv e para uma prova pfvv ​
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Ed. Física, 15.08.2019 01:33, nathallya30
Qual foi a conclusão que kant chehou após ser acordado​
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Ed. Física, 15.08.2019 01:28, tokioruiva
Não somos tão especiais “todas as características tidas como exclusivas dos humanos são compartilhadas por outros animais, ainda que em menor grau. inteligência a ideia de que somos animais racionais tem sido destruída desde os anos 40. a maioria das aves e mamíferos tem algum tipo de raciocínio. amor o amor, tido como o mais elevado dos sentimentos, é parecido em várias espécies, como os corvos, que também criam laços duradouros, se preocupam com o ente querido e ficam de luto depois de sua morte. consciência chimpanzés se reconhecem no espelho. orangotangos observam e enganam humanos distraídos. sinais de que sabem quem são e se distinguem dos outros. ou seja, são conscientes. cultura o primatologista frans de waal juntou vários exemplos de cetáceos e primatas que são capazes de aprender novos hábitos e de transmiti-los para as gerações seguintes. o que é cultura senão isso? ” fonte: burgierman, d. superinteressante, nº 190, jul. 2003. i - a tese do autor é de que não há diferenças entre o homem e o macaco. ii - o autor vale-se do argumento de autoridade para defender seu ponto de vista. iii - a fotografia tem papel na sustentação da tese, pois atua como um argumento com base no real. é correto o que se afirma em: a. i, ii e iii. b. ii e iii. c. i e iii. d. i e ii. e. ii, apenas.
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Ed. Física, 15.08.2019 01:25, kailanerayssa204
Ustiça ou vingança? maria rita kehl “sou obrigada a concordar com friedrich nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. nem por isso as duas coisas se equivalem. o que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país. escrevo ‘tradicional’ sem ironia. o brasil foi o último país livre no ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. durante três séculos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito escândalo. joaquim nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira – a começar pela própria elite escravocrata. ele tinha razão. ainda vivemos sérias consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente inviável. assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras – a de vargas e a militar (1964 a 1985) – que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos. hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia ‘ampla, geral e irrestrita’, temos uma polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar. por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advêm dessa mesma triste ‘tradição’ de violência social. é muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já muito bem formados na escola do crime, somente os ‘filhos dos outros’. quem acredita que o filho de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista? sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas os filhos dos ‘outros’. estes outros são os mesmos, há 500 anos. os expulsos da terra e ‘incluídos’ nas favelas. os submetidos a trabalhos forçados. são os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento, expostos à violência de criminosos periculosos. são os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a comissão da verdade não conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro. este é o brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. alguém acredita que a medida há de amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas? as crianças arregimentadas pelo crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande número de brasileiros. esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema. vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior – em uma frase, vamos curar nossa depressão social. inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os presídios são escolas de bandidos. vamos criar dispositivos que criem cidadãos, mesmo entre os miseráveis – aqueles de quem não se espera nada. ” fonte: . acesso em 20 jun. 2015 com base na leitura, analise as afirmativas: i - infere-se que, para a autora, a criminalidade tem causa nos problemas sociais e o desejo de vingança fundamenta a ideia da redução da maioridade penal, que não resolveria o problema da violência no brasil. ii - na argumentação, a autora vale-se do apelo à autoridade e da apresentação de fatos históricos. iii - o texto é um artigo de opinião, com estrutura argumentativa. é correto o que se afirma em: a. i, ii e iii. b. i e ii. c. ii e iii. d. i e iii. e. ii, apenas.
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